sábado, 19 de agosto de 2017

Bispos do Brasil convidam para Dia de Oração e Jejum em 7 de setembro

Imagem relacionadaA Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) convida comunidades, paróquias, dioceses e regionais do país para uma Jornada de Oração pelo Brasil de 1º a 7 de setembro. Os bispos decidiram mobilizar os cristãos, por meio da oração, após uma nova análise da realidade brasileira de crise política, econômica e institucional feita na última reunião do Conselho Episcopal Pastoral da entidade, no início de agosto. Em especial, a sugestão é que o Dia de Oração e Jejum aconteça em 7 de setembro, data que marca a Independência do Brasil. Segundo o bispo auxiliar de Brasília e secretário-geral da CNBB, Dom Leonardo Steiner, é uma oportunidade para unir os cristãos e pessoas de boa vontade que querem um Brasil melhor, mais fraterno e não dividido. “Nós estamos necessitados de um novo Brasil, mais ético; de uma política mais transparente. Nós não podemos chegar a um impasse de acharmos que a política pode ser dispensada. A política é muito importante, mas do modo do comportamento de muitos políticos, ela está sendo muito rejeitada dentro do Brasil. Nós esperamos que esse Dia de Jejum e Oração ajude a refletir essa questão em maior profundidade.”
Um dos trechos da oração que os fiéis podem rezar durante a data, encaminhada a todos os bispos do país, pede: “Ajudai-nos a construir um país justo e fraterno. Que todos estejamos atentos às necessidades das pessoas mais fragilizadas e indefesas! Que o diálogo e o respeito vençam o ódio e os conflitos! Que as barreiras sejam superadas por meio do encontro e da reconciliação! Que a política esteja, de fato, a serviço da pessoa e da sociedade e não dos interesses pessoais, partidários e de grupos”.
Fonte- http://br.radiovaticana.va/

Dia 19 de agosto - Memória a São João Eudes

Resultado de imagem para São João EudesO santo deste dia foi definido por São Pio X como “autor, pai, doutor, apóstolo, promotor e propagandista da devoção litúrgica aos sagrados Corações de Jesus e Maria”. São João Eudes nasceu na Normandia, em 1601, num tempo em que o século XVII estava sendo marcado pelo jansenismo, quietismo e filosofismo. Ao viver numa família religiosa, João estranhou quando externando seu desejo de consagrar-se a Deus encontrou barreiras com o seu pai, que não foram maiores do que o chamado do Senhor, por isto com 24 anos estava sendo ordenado Sacerdote. Homem de Deus, soube colher e promover os frutos do Espírito para a época, tanto assim que foi importantíssimo para a renovação e formação do Clero, evangelização das massas rurais e difusão da espiritualidade centrada nos Corações de Jesus e de Maria, a qual venceu com o amor afetivo de Deus as friezas e tentações da época.
São João Eudes, com suas inúmeras missões e escritos, influenciou fortemente todo o seu país e o mundo cristão. Depois de fundar a Congregação de Jesus e Maria (Eudistas), ao lado do ramo feminino chamada Refúgio de Nossa Senhora da Caridade, São João Eudes entrou no Céu em 1680 e foi canonizado em 1925.
Fonte- http://santo.cancaonova.com/

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Convicção de fé | Por Dom Paulo Mendes Peixoto

Arcebispo de Uberaba

Resultado de imagem para Dom Paulo Mendes PeixotoA fé, no Reino divino, é um dom de Deus. É recebida pelo batismo, como uma semente. Mas tem que ser regada, assumida com maturidade e equilíbrio. Muitas de suas manifestações revelam desequilíbrios. Até o fato de a pessoa querer ser diferente das outras, na comunidade cristã, onde ela (a fé) deve ser colocada em prática, “cheira” atitude estranha, que não passa de falta de equilíbrio. Identifica-se claramente, nos últimos tempos, uma forte contradição relacionada com a fé: de um lado, o indiferentismo em relação à vida cristã; de outro, as manifestações de religiosidade sensacionalista, com pouco, ou nada, de comprometimento com as realidades concretas da vida da sociedade. Não adianta dizer ter fé se não tem obras, não há esforço para construir uma vida de liberdade. Quem teve oportunidade de uma boa formação sobre a fé, tem mais facilidade para enfrentar os caminhos difíceis na vida. Seus atos devem ser autênticos, justos e honestos. Sua base de ação está mais fundamentada na Palavra de Deus. Fica indignado diante da corrupção, da violência e da falta de paz. Mas também acredita no caminho do diálogo, do respeito e da misericórdia. Faz parte do compromisso de fé a alegria da missão, mas também os sinais de contradição e de rejeição. Na cultura brasileira do momento, falar de justiça e de honestidade é correr o risco e o desafio da exclusão. Parece bastante sintomático ser desonesto, principalmente nos desvios das coisas públicas. Todo brasileiro sente, “na pele”, as consequências dos “Lava-jatos da vida”. Nos momentos de provação, por causa da missão profética, Deus está com as pessoas que professam a fé nele. O medo não pode roubar da pessoa de fé, sua motivação profética, e nem ter medo de quem mata o corpo, pois Deus cuida até dos pássaros do campo, quanto mais da vida de seus filhos na fé (cf. Mt 10,28-29). Jesus disse estar com seu povo até o fim dos tempos (cf. Mt 28,20). Quem luta por Deus, fazendo o bem pelas pessoas e pela natureza, pode contar com ele em todos os momentos. Ele não está presente em quem “trambica”, usa de esperteza no exercício do poder e do ter, porque não é uma atitude de quem vivencia a fé. A vida será julgada pelo que a pessoa fez ou deixou de fazer. Ela terá que arcar com as consequências dos maus atos.

Dia 18 de agosto - Memória a Santa Helena

Resultado de imagem para Santa HelenaNascida no ano de 255 em Bitínia, de família plebeia, no tempo da juventude trabalhava numa pensão, até conhecer e casar-se com o oficial do exército romano, chamado Constâncio Cloro.
Fruto do casamento de Helena foi Constantino, o futuro Imperador, o qual tornou-se seu consolo quando Constâncio Cloro deixou-a para casar-se com a princesa Teodora e governar o Império Romano. Diante do falecimento do esposo, o filho que avançava na carreira militar substituiu o pai na função imperial, e devido a vitória alcançada nas portas de Roma, tornou-se Imperador.
Aconteceu que Helena converteu-se ao Cristianismo, ou ainda tenha sido convertida pelo filho que decidiu seguir Jesus e proclamar em 313 o Édito de Milão, o qual deu liberdade à religião cristã, isto depois de vencer uma terrível batalha a partir de uma visão da Cruz. Certeza é que no Império Romano a fervorosa e religiosa Santa Helena foi quem encontrou a Cruz de Jesus e ajudou a Igreja de Cristo, a qual saindo das catacumbas pôde evangelizar e com o auxílio de Santa Helena construir basílicas nos lugares santos. Faleceu em 327 ou 328 em Nicomédia, pouco depois de sua visita à Terra Santa. Os seus restos foram transportados para Roma, onde se vê ainda agora, no Vaticano, o sarcófago de pórfiro que os inclui.
Fonte- http://santo.cancaonova.com/

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Cardeal italiano representará o Santo Padre em Aparecida

Imagem relacionadaSerá o cardeal italiano Giovanni Battista Re, Prefeito emérito da Congregação para os Bispos e Presidente emérito da Pontifícia Comissão para a América Latina, a representar o Papa nas celebrações do III Centenário do achado da imagem de Nossa Senhora da Conceição Aparecida no Santuário Nacional, entre 10 e 12 de outubro próximos. A nomeação foi anunciada na manhã de 5ª feira (17/08) pelo Vaticano.

Ligação com Aparecida é antiga

Cardeal desde 2001, em 2007 Dom Giovanni Battista Re foi o Presidente da V Conferência do Episcopado Latino-Americano, em Aparecida. Em 2010, alcançando o limite de idade previsto de 75 anos, renunciou aos cargos de Prefeito da Congregação para os Bispos e de Presidente da Pontifícia Comissão para a América Latina, que ocupava desde 2000. Em 27 de fevereiro de 2011, representou o Papa Bento XVI na Dedicação Solene da Catedral de Santa Maria Mãe de Deus em Castanhal, no Pará. Em 2013, presidiu o Conclave que elegeu o Papa Francisco e atualmente, é o vice-Decano do Colégio de Cardeais.

O Jubileu Mariano no Brasil

A imagem milagrosa de Nossa Senhora Aparecida foi encontrada no rio Paraíba do Sul no ano de 1717.   As comemorações dos ‘300 anos de Bênçãos’ de Nossa Senhora Aparecida tiveram início no dia 12 de outubro de 2016 e para celebrar esse grandioso tricentenário, o Santuário Nacional está promovendo uma programação especial de devoção e obras de fé. Confira aqui o programa das atividades de outubro de 2017, que encerram o Jubileu. 
Fonte- http://br.radiovaticana.va

Dia 17 de agosto - Memória a Santa Beatriz da Silva

Resultado de imagem para Santa Beatriz da SilvaBeatriz da Silva nasceu na vila de Campo Maior, em Portugal, por volta de 1437. Ela foi da linhagem dos reis de Portugal, filha de Rui Gomes da Silva, alcaide-mor de Campo Maior, e de sua mulher Isabel de Meneses, filha natural de Pedro de Meneses, primeiro conde de Vila Real e segundo conde de Viana do Alentejo. Teve, como consta de livros históricos, pelo menos doze irmãos. Ainda pequena, dona Beatriz da Silva (*) partiu para a corte régia de Castela, em 1447, como donzela da rainha Isabel, segunda mulher do rei João II de Castela. A presença de Beatriz na corte não passou despercebida. Tinha um porte formoso e cativante, que encantou a todos. A rainha, dominada por uma mistura de ciúme e inveja, fechou Beatriz em um cofre, mas uma invisível proteção da Virgem Maria a salvou. Após este triste episódio, ela deixou Tordesilhas, onde a corte régia então estava instalada, e foi para Toledo, onde se recolheu no Mosteiro de São Domingos, o Real, de monjas dominicanas. Por devoção, decidiu manter sempre seu rosto coberto com um véu branco, de forma que, enquanto viveu, nenhum homem e nenhuma mulher viu seu rosto. Permaneceu neste mosteiro por cerca de 30 anos. Em 1484, a rainha dona Isabel, a católica, doou-lhe os Palácios de Galiana, onde existia uma igreja antiga, que tinha o nome de Santa Fé. Dona Beatriz, mudou-se para esta casa, e começou a adaptá-la para a forma de mosteiro. Levou consigo dona Filipa da Silva, sua sobrinha e outras onze mulheres, todas de hábito religioso, embora não pertencessem a Ordem alguma. E, uma vez instalada na nova casa, querendo dar fim à sua determinação, estabeleceu a maneira de viver que queria e enviou-a a Roma, numa súplica conjunta com a rainha. Foi tudo aprovado e outorgado pelo Papa Inocêncio VIII pela bula “Inter Universa” em 1489 (500 anos). O Mosteiro já estava fundado e tudo já fora preparado para entregar o hábito a ela e às monjas que havia instruído, quando Nosso Senhor quis chamá-la. Morreu em 1492. Na hora de sua morte, conta-se que quando lhe levantaram o véu para administrar-lhe a unção, foi tal o esplendor de seu rosto que todos ficaram admirados. E na sua fronte viram uma estrela, que lá ficou até que ela expirou, e que emitia uma luz e um esplendor igual à luz quando mais brilha. Faleceu com fama de santidade. Em 1511, o Papa Júlio II atribui à Ordem nascente Regra Própria. Dona Beatriz foi beatificada pelo Papa Pio XI em 26 de julho de 1926 e, solenemente canonizada, em 3 de outubro de 1976 pelo Papa Paulo VI.
Fonte- http://www.franciscanos.org.br/

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

São Lucas: o primeiro retratista da Virgem Maria?

São Lucas, o Evangelista, era médico, como podemos notar da epístola de seu amigo São Paulo (“o caríssimo médico”, Colonenses 4,14). Mas, não raro, também se diz que ele era pintor, por isso é o padroeiro dos médicos e pintores. Para escrever seu Evangelho, ele fez uma pesquisa e entrevistou os que estiveram mais próximos a Jesus: seus apóstolos e sua Mãe, a Virgem Maria. Até um exegeta levantou a hipótese de que foi ela mesma quem ditou o “Magnificat” ao evangelista. Somente em seu livro podemos encontrar afirmações íntimas sobre a Virgem, como “Maria conservava todas estas palavras, meditando-as no seu coração” (Lc 2,19). Por essa relação tão próxima a Maria e por causa de sua paixão pela pintura, é atribuída a São Lucas a primeira imagem da Virgem. A tradição conta que ele a retratou enquanto ela relatava, com amor, tudo o que tinha acontecido com seu Filho, Jesus. Mas onde está essa pintura? Nas catacumbas de Priscila, em Roma, fica uma imagem muito antiga da Virgem Santíssima, atribuída a São Lucas. Mas uma interpretação mais forte da tradição romana atribui ao santo a muito querida imagem “Salus Populi Romani” (imagem), que teria sido pintada em um pedaço de madeira da mesa utilizada na última ceia de Jesus com os apóstolos. A lenda diz que essa pintura permaneceu em Jerusalém até que foi descoberta por Santa Helena, juntamente com outras relíquias sagradas, com a cruz em que Cristo morreu. A pintura teria sido levada primeiro a Constantinopla, onde reinava o seu filho, o imperador Constantino, o Grande, e logo transferida pela própria Santa Helena a Roma, onde foi colocada na Basílica de Santa Maria Maior – considerada o “primeiro santuário dedicado à Virgem no ocidente”. A imagem foi declarada por São João Paulo II como Padroeira das Jornadas Mundiais da Juventude e é para onde o Papa Francisco sempre se dirige para pedir ou agradecer por cada viagem importante que ele realiza. Mas esta não é a única imagem atribuída a São Lucas. Dizem que os seguintes quadros também foram pintados por ele: Nossa Senhora de Vladimir, padroeira da Rússia, Santa Maria de Impruneta e Nossa Senhora de São Lucas. Qual é a original? Ninguém sabe ao certo, mas sabemos que a melhor imagem que São Lucas nos deixou da Virgem Maria é sua detalhada descrição nos escritos de seu Evangelho.
Fonte- pt.aleteia.org/

Dia 16 de agosto - Memória a São Roque

Resultado de imagem para São Roque santoRoque nasceu no ano de 1295, na França, em uma família rica, da nobreza da região. Ficou órfão na adolescência e vendeu toda a herança, distribuindo o que arrecadou entre os pobres. Depois disto, viveu como peregrino andante. Percorreu a França com destino a Roma. No caminho, Roque deparou com regiões infestadas pela chamada peste negra. Era comum, ver à beira das estradas, pequenos povoados só de doentes que foram isolados do convívio das cidades, para evitar o contágio do restante da população ainda sã. Enxergando nas pobres criaturas o verdadeiro rosto de Cristo, Roque se atirou de corpo e alma na missão de tratá-los. Seu zelo pelos doentes era tanto que ele descuidou-se de si próprio. Certo dia percebeu uma ferida na perna e viu que fora contaminado pela peste. Assim, decidiu se refugiar sozinho em um bosque, onde foi amparado por Deus. Roque foi encontrado por um cão. Este animal passou a levar-lhe algum alimento todos os dias, até que seu dono, curioso, um dia o seguiu. Comovido, constatou que era seu cão que socorria o pobre doente. Este homem auxiliou Roque na sua recuperação. Já com a saúde em dia, Roque voltou para sua cidade, mas foi preso, considerado como um espião. No cárcere continuou praticando a caridade e pregando a palavra de Cristo, convertendo muitos prisioneiros e aliviando suas aflições, até morrer. Hoje as relíquias de São Roque são veneradas na belíssima basílica dedicada a ele em Veneza, Itália, sendo considerado o Santo protetor contra as pestes.
Fonte- http://dioceseleopoldina.com/